quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

JÁ viajei algumas vezes para o Japão, China e Coréia do Sul. Confesso que não é nada fácil encarar além de 25/30 horas de voo e mais outras tantas dentro dos aeroportos. Quando se chega ao destino, está tudo fora de esquadro...

NESTES países o fuso horário é de 12 horas, ou seja, quando você pensa que está na hora de dormir, é o contrário, já é hora de acordar. A moeda é outra, a alimentação nem se fala. O metabolismo fica literalmente alterado. O idioma então é o maior problema de todos. Enfim, não tem solução, tem que encarar mesmo!

NESTAS longas distâncias, o seu organismo assimila o fuso horário em média uma hora por dia, assim quando está quase tudo adaptado, já é hora de voltar, somente que neste caso a situação é pior ainda, pois há repique de horas, o sono não abandona nunca.

HÁ também as características de cada lugar. Na Coréia do Sul ao longo da Copa do Mundo de 2002 lá permaneci por mais de dois meses. Ufa! Que sufoco! Especialmente no que diz respeito a alimentação. Jamais em tempo algum, comi tanto frango em minha vida.

ATÉ mesmo uma viagem de São Paulo até Lisboa em Portugal de avião, que dura em média 10 horas, é muito cansativa. Apesar de ter todo o conforto num moderno jato, como computador e filmes, as horas demoram demais para passar. Com tudo isso, você chega ao destino mais quebrado do que um copo em cacos.

ESTOU abordando estes aspectos, porque fiquei surpreso com um livro que acabei de ler, intitulado “1808”. Trata-se de uma obra espetacular, escrita pelo jornalista Laurentino Gomes. Com este livro ele ganhou o “Jabuti”, considerado o mais tradicional prêmio de literatura do Brasil.

A propósito deste livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é a de resgatar e contar de forma acessível, a história da corte portuguesa no Brasil, e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam há  duzentos anos.
D. JOÃO VI foi o único soberano europeu a colocar os pés em terras americanas em mais de quatro séculos, e foi quem transformou uma colônia, em um país independente. A fuga da família real para o Rio de Janeiro ocorreu num dos momentos mais apaixonantes e revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo.

GUERRAS napoleônicas, revoluções republicanas e escravidão formaram o caldo no qual se deu a mudança da corte portuguesa e sua instalação no Brasil, mais especificamente na cidade do Rio de Janeiro. Mas, todo o detalhamento desta apressada fuga da família real para o Brasil, não pretendo entrar no seu âmago, mas contar apenas detalhes da impressionante viagem de 57 DIAS DE NAVIOS LEVADOS APENAS PELO VENTO.

DEPOIS de tomar conhecimento das condições de viagem deste pessoal, confesso que nunca mais vou reclamar de viajar 30 horas, para ir ao oriente. É bom que se diga que a família real, não teve tempo nem de fazer as malas, pois as tropas de Napoleão já estavam às portas de Lisboa.

ENTÃO foi o tal de pegar ou largar. Estava encurralado entre duas maiores potências econômicas e militares da época: França de Napoleão e Inglaterra, ou cedia às pressões de Napoleão, e a segunda oferta dos aliados ingleses e embarcar para o Brasil, levando junto a família real, a maior parte da nobreza, seus tesouros e todo o aparato do Estado. Ele optou pela fuga, e mais um grande capítulo da história seria escrito.

NO dia da partida: 29 de novembro de 1807. Havia lama por todo o lado do porto do Rio Tejo: a rainha, seus príncipes, princesas e toda nobreza abandonavam o país para ir viver do outro lado do mundo. Às 7 horas a nau PRÍNCIPE REAL inflou as velas e começou a deslizar em direção ao Atlântico.

LEVAVA a bordo o príncipe regente D. João, sua mãe, a rainha louca D. Maria I e os dois herdeiros do trono: D. Pedro e D. Miguel. O restante da família estava em outros três navios. Mais quatro dezenas de barcos seguiam atrás da esquadra real. Entre 10.000 e 15.000 pessoas acompanharam o príncipe regente na viagem ao Brasil, amparados pela marinha britânica.

TINHA de tudo nesta viagem: médicos, bispos, padres, damas de companhia, camareiros, pajens, cozinheiros e cavalariços. Na ausência de energia elétrica a alimentação era basicamente bacalhau e ervilha. Também biscoitos, azeite, repolho azedo e carne salgada. No calor sufocante, ratos e baratas faziam a festa.

AS mulheres tiveram que raspar seus cabelos, pois todas estavam infectadas por milhares de piolhos. A água apodrecia logo, contaminada por bactérias e fungos. Outras ameaças eram a diarréia e o tifo, causados pela falta de higiene. A nau PRÍNCIPE REAL tinha 67 metros de comprimento por 16,4m de largura, a maioria dormia no relento e os banheiros...deixa pra lá...
PORTANTO meu amigo, este tipo de viagem ocorreu há 203 anos, não é nenhuma eternidade. A família real ficou no Rio de Janeiro 13 anos e muita coisa melhorou, até mesmo os nossos transportes, portanto, quando tiver que viajar para Portugal em apenas 10 horas de jato, irei sem reclamar e vou até sorrindo... 

AMANHÃ a partir das 15h, estarei com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, transmitindo o jogo pela Série A3,  Barueri X Paulínia, direto da Arena Barueri ,com Adriano Zini e Toni  Marchetti. Até lá...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DAQUI a poucas horas, mais precisamente neste próximo sábado todos os osasquenses estarão comemorando 49 anos de emancipação político-administrativa. Certamente, teremos muito o que comemorar, especialmente os mais antigos como este colunista.

ATUALMENTE a nossa Osasco é admirada e aplaudida pelo seu notável crescimento, não há quem conteste sua pujança. De um renegado e abandonado bairro de São Paulo, a uma fantástica sede fabril e geradora de empregos, cujo mercado de trabalho não para de crescer.

POR aqui estão algumas das maiores empresas do Brasil. Nos mais diversificados campos de atividades, até mesmo o bancário, o Bradesco é uma alavanca de admirável desenvolvimento. A sua Cidade de Deus, ideia do saudoso Amador Aguiar, é prova da evolução de todo este processo.

MAS, para os mais antigos há muito que recordar e festejar. Lembro muito bem que há 49 anos era tudo incerteza. Um jovem e destemido filho de armênios criado em Presidente Altino, Hirant Sanazar, assumiu pela primeira vez a Prefeitura de Osasco, com uma vontade férrea de gerar crescimento.

NUNCA é demais recordar que há 49 anos, nem prédio e nem móveis a Prefeitura de Osasco tinha. Então Hirant socorreu-se de dois empresários para darem a ajuda necessária. Um deles Fernando Marrey Junior emprestou um casarão na Rua Dona Primitiva Vianco, ali foi a primeira sede oficial de Osasco.

OUTRO empresário, Presidente do Bradesco Amador Aguiar, incumbiu-se de arrumar móveis, mesas, cadeiras e outras coisas mais. Um começo difícil, que foi perpetuado no discurso de posse de Hirant Sanazar há 49 anos:

DISSE então o 1º Prefeito: “... ao encerrar a fala oficial, como primeiro mandatário desta heróica cidade devo concitar o ilustre senhor vice-prefeito e os prezados 23 senhores vereadores, para juntos enfrentarmos a férrea luta comum que nos espera...”.

A situação era tão caótica que Hirant ainda concluiu: “... acabo de receber neste recinto um telegrama enviado pelo prefeito de São Paulo, Francisco Prestes Maia, dando-me a notícia de que amanhã, antes portanto da nossa posse, irá retirar da nossa Osasco 114 professores e relegando sem matrículas escolares aproximadamente 5 mil crianças...”. Era um quadro caótico.

APESAR de todas estas dificuldades o jovem Hirant Sanazar concluiu de forma maravilhosa seu discurso: “... Osasco de hoje, de amanhã e de sempre! Trabalhadores, homens e mulheres, filhos da liberdade municipalista! Viva a cidade de Osasco, a mais nova e pujante filha do Brasil. Viva a nossa Democracia! Tenho dito...”.

DESTA maneira heróica e bravamente foi dado o início da majestosa Osasco. Há 49 anos o Secretariado pioneiro era composto por: Dr. Alcides Moioli, Justiça; Prof. Anésio Cabral e José Eduardo Costa, Fazenda; Dr. Conrado Cesarino Nuvolini e Dr. Antonio França, Saúde; Profª Helena Pignatari Werner, Educação; Sra. Janete Kolanian Sanazar, 1ª Dama e Promoção Social; Dr. Heizon Sandeville, Obras e Serviços; Avedis Seferian, Chefe de Gabinete do Governo e Manoel Fiorita, Esportes e Cultura.

PASSADOS 49 anos, todos nós nos orgulhamos dos primeiros vereadores: Adevaldo José de Castro, Alfredo Thomaz, Anisio Nunes, Aymoré de Mello Dias, Benedito Ventura Nitão, Clovis Carrilho de Freitas, Clóvis Assaf, Cid Putkamer, Esmeraldo Malagueta, João Emilio Bornacina, José Guizzi, João Catan, João Gilberto Port, Joaquim Fraga, Moacir de Araújo Nunes, Marino Lopes, Osler de Almeida, Orlando Calazans, Otacílio Firmino Lopes, Pedro Furlan, Primo Broseguini, Vicente Florindo Neto e Wilton Pereira da Silva.

ATUALMENTE a gigante Osasco, é comandada pelo jovem prefeito Emidio Pereira de Souza, como a maioria da gente osasquense, veio de outras paisagens para trabalhar pelo crescimento de Osasco. Emidio nasceu na romântica Inúbia Paulista há 52 anos, portanto quando Osasco foi criada tinha apenas 3 anos. Com certeza Emidio neste próximo sábado seu coração irá pulsar bem mais forte. Parabéns prefeito e toda sua gente!

NESTE domingo a partir das 10h, estarei com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, na transmissão do jogo pela Série A3,  Flamengo de Guarulhos x SC Barueri ,com Adriano Zini,  Marchetti  e equipe de César Roberto. Até lá...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

É bastante comum o prefeito Rubens Furlan participar comigo e os componentes da Equipe Furacão da Rádio Terra AM 1330 KHz, durante as transmissões esportivas, envolvendo o Sport Clube Barueri agora na série A3. Na semana anterior, Furlan disse no ar que acabara de decidir que estava autorizando este jornalista, a iniciar o livro biográfico de sua vida.

CURIOSAMENTE estava reafirmando uma sugestão que fizera um pouco antes da primeira transmissão da Equipe Furacão, de uma Copa do Mundo. Corria o ano de 1986 e o nosso desafio era realizar a cobertura da Copa do Mundo, direto do México, um verdadeiro teste para uma emissora de Osasco, a então Rádio Iguatemi.

NA época, juntei-me a duas emissoras: uma de Curitiba, a Rádio Clube e a outra a Rádio Gaúcha de Porto Alegre. Os direitos de transmissão seria de 75 mil dólares, portanto a minha parte seria de 25 mil dólares, a serem pagos antes do início das transmissões.

TUDO caminhava bem, até que um fator sazonário ocorreu: o nosso sócio gaúcho faleceu 45 dias antes da Copa, na cidade de Porto Alegre, num desastre automobilístico e a alta direção da emissora resolveu não mais participar da cobertura, o que obrigou o meu amigo de Curitiba Lombardi Junior e nós da Furacão, adquirir a parte gaúcha, o que vale dizer, mais 12,5 mil dólares cada parte. Começamos a suar frio!

NÃO havia mais tempo para recuar. Ao lado de Toni Marchetti, pensamos em várias alternativas, uma delas falar com o prefeito da época, em Barueri, o jovem Rubens Furlan. Chegamos ao seu gabinete sem marcar nenhuma audiência, por volta das 15h30 e seu chefe de gabinete Antonio Carlos Pasinato, nos colocou diante do prefeito.

NA verdade nós estávamos por demais ansiosos. Furlan puxou uma cadeira para apoiar suas pernas e foi logo dizendo: “... ora, que caras são essas, morreu alguém... o que aconteceu?”. Explicamos todo o nosso drama para a cobertura da Copa do Mundo do México e quando terminamos de fazer a exposição, Furlan calçou seu sapato e avisou ao Pasinato que iria dar uma saída com Marchetti e este amigo.

ELE foi ao volante de seu carro, sentei no banco do carona e Marchetti atrás. Contornamos a Rodovia Castelo Branco e entramos numa grande torradora: o Café do Ponto. Perguntou pelo dono da empresa e todos ficaram espantados com a presença do prefeito. Fomos recebidos pela direção com muita fidalguia, e claro, com o melhor café tipo exportação.

DEPOIS das formalidades de uma visita amiga, Furlan disse que necessitava ajudar dois “malucos” a transmitirem a Copa no México e estava ali para viabilizar uma cota de patrocínio. O experiente diretor da empresa brincou e perguntou ao prefeito, de quantos quilos de café iria necessitar para este objetivo?

DEPOIS de 25 minutos saímos com o contrato debaixo do braço, e o prefeito Furlan seguiu para outra empresa chamada “Locabens”, que operava com locação de máquinas e andaimes. O fato repetiu-se e depois de um cafezinho, outro contrato já estava conosco. Pronto! Já tínhamos o dinheiro para cobrir a saída da Rádio de Porto Alegre. Que alívio...

VOLTAMOS para o gabinete e ao entrarmos na sala ele foi logo perguntando: “... acabou a tristeza, precisam de mais alguma coisa?...”. Cocei a testa e arrisquei mais um pedido: “... Furlan seria bom se arrumasse mais quatro passagens aéreas para a nossa equipe, de ida e volta ao México”. Furlan chamou o seu secretário Antonio Carlos Pasinato e disse que encontrasse um empresário para ajudar. Pronto, depois de alguns dias estávamos com as passagens em nome de Marchetti, Olímpio Guarani, Tarciso Manso e este jornalista, a Equipe Furacão estava pronta para sua 1ª Copa do Mundo.

NA hora da despedida, antes de irmos para o Aeroporto Internacional, fomos dar um abraço ao amigo Rubens Furlan, que desejou boa sorte no nosso trabalho e pediu uma lembrança do México: a bola oficial do evento. Curiosamente repetimos este gesto nas outras seis Copas, trazendo sempre a bola. Até mesmo a bola da África a Jabulani está exposta em seu gabinete.

QUANDO estava viajando para o México comecei a relembrar a atitude de Furlan e sua maneira de agir. Se fosse outro político, o máximo que faria seria dar alguns cartões de visitas e se virem. Com ele foi diferente. Com este gesto nasceu há quase 30 anos uma amizade inquebrantável.

NAQUELA época já havia pensado em escrever a vida deste notável político. Quando regressei do México disse da minha intenção. Ele respondeu apenas que no momento certo atenderia meu desejo. O tempo passou, e há poucos dias nos microfones da Rádio Terra AM, ele foi enfático: pode começar a escrever a minha vida e darei detalhes que somente você será o primeiro a saber e publicar.

DEPOIS de escrever a biografia de Francisco Rossi e do brilhante empresário Carlos Seicentos do ramo do aço, sem dúvida, terei o máximo prazer de buscar e pesquisar detalhes da vida deste prefeito, que meu amigo Toni Marchetti costuma dizer: “... é o Pelé na política da região Oeste...”. Vamos à construção...

NESTA terça-feira, minha esposa Maria Ilda comemorou seu aniversário num leito do Hospital Paulistano, ainda assim a direção do hospital providenciou um bolo “diet” e algumas rosas. Parabéns minha guerreira, vamos sair desta!

NESTE sábado a partir das 9h30, estarei com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, transmitindo direto de Taboão da Serra, o jogo pela Série A3, Taboão X Barueri, com a  narração de Adriano Zini, reportagens de Toni Marchetti  e César Roberto. Até lá...


COPA DO MUNDO DE 1986 NO MÉXICO, O REPÓRTER TONI MARCHETTI DA EQUIPE FURACÃO TRABALHOU COM UMA CAMISA HOMENAGEANDO O ENTÃO PREFEITO DE BARUERI RUBENS FURLAN.  JÁ SE PASSARAM 24 ANOS.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

DURANTE toda esta semana passei dentro do Hospital Paulistano, no centro de São Paulo, mais precisamente no quarto 417, como acompanhante de minha esposa, que contraiu uma grave doença pulmonar. Na qualidade de jornalista estava sempre observando toda a movimentação, especialmente da enfermagem.

LEMBRO bem que já escrevi um artigo especial sobre as enfermeiras (os), mas depois de uma semana, confesso que fiquei devendo muito a esta classe de profissionais, cujo trabalho ultrapassa as raias da vocação.

O enfermeiro é uma pessoa que estimula, encoraja e protege. Na verdade é uma pessoa preparada para cuidar dos doentes, feridos e idosos. A enfermagem competente precisa de mais do que apenas abnegação, embora essa qualidade seja essencial.

BONS enfermeiros necessitam também de muito treinamento e ampla experiência. Um requisito importante é ter recebido estudo e treinamento prático por dois anos ou mais. Mas que qualidades fazem da pessoa um bom enfermeiro? Certamente são muitas...

NA verdade, o médico cura, mas a enfermagem é que cuida do paciente. Vive os instantes mais importantes, tem que levantar o ânimo de pacientes feridos, são sempre os primeiros informados de que o paciente tem uma doença crônica ou que morrerão dentro de pouco tempo.

É preciso ser mais do que enfermeiro, precisa ser “MÃE” para o doente. É preciso ter a capacidade de sentir a dor e a angústia que o paciente sente e querer ajudá-lo. É necessário bondade, sacerdócio e paciência. Tem que demonstrar cordialidade, tolerância e empatia.

DURANTE todas estas últimas noites eu os observei atentamente no seu trabalho, que não tem hora e momento ruim. Sempre com um largo sorriso, ainda que sua vida particular na maioria das vezes apresenta graves problemas pelo irrisório salário que recebem.

TODOS moram distante, na grande periferia de São Paulo. Alguns são obrigados a trabalhar em dois hospitais ou mais, para fazerem frente às suas despesas e alimentar sua família, mas amam o que fazem e jamais trocariam de profissão. A maioria dos enfermeiros que conheci, indaguei sobre qual a grande lição que aprenderam em seus anos de atividade profissional dentro dos hospitais.

CURIOSAMENTE as respostas não diferem muito. São quase todas parecidas, sempre envolvendo emoção e claro o lado humano. A fé é sempre a grande panacéia que cura os males. Sem fé, segundo eles o paciente sucumbe mesmo. Mas com a fé em Deus, a todo instante a enfermagem testemunha mudanças incríveis nos leitos hospitalares.

OUTRO aspecto revelado quando são indagados, é a maneira com que a maioria dos seres humanos despreza suas próprias vidas, que são trocadas prematuramente por drogas, tabagismo e alcoolismo. O vício se sobrepõe a manutenção saudável do físico e do corpo. Depois nos hospitais não adianta chorar... quase sempre é tarde demais...

PORTANTO a cada noite que passo no apartamento 417 do Hospital Paulistano, tenho um encontro maravilhoso com estes escudeiros fantásticos dos doentes e daqueles que precisam de ajuda, sem a enfermagem certamente não saberia o rumo que a saúde dos seres humanos tomaria. Parabéns a todos enfermeiros pelo exercício maravilhoso desta profissão, que a cada dia aprendi a respeitar cada vez mais!!!

NÃO sei onde vai parar os preços dos estacionamentos na cidade de São Paulo e claro, no seu entorno. Ultimamente tenho usado bastante este tipo de serviço e ficado atônito pelos preços cobrados. Será que este serviço não terá limite? E as autoridades? Simplesmente deixam a “Banda Passar”? Ufa!

O prefeito Rubens Furlan foi a Brasília para a posse da Deputada Bruna Furlan, e não escondeu de ninguém sua euforia de ver sua filha diplomada. Aliás, é bom lembrar que pai e filha viveram em épocas diferentes a mesma emoção. Parabéns à Bruna Furlan e seu pai orgulhoso.

NESTE sábado a partir das 15h30, estarei com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330, transmitindo direto da Arena Barueri o jogo de futebol valendo pela  Série A3, Barueri x Itapirense, com a  narração de Adriano Zini, reportagens de Toni Marchetti, estarei nos comentários  e César Roberto na retaguarda esportiva. Até lá...


Foto da Semana
NOS ESTÚDIOS DA RÁDIO TERRA AM, TONI MARCHETTI, ADRIANO ZINI, TONI GOMIDE E OSMAR GONÇALVES, TODOS TALENTOSOS E BRILHANTES HOMENS DO RÁDIO.