quinta-feira, 25 de agosto de 2011


NOS anos 70 desembarquei pela primeira vez em Paris. Realmente não há aquele que não fique deslumbrado por esta histórica cidade. Além de todas as grandes atrações que despertam a curiosidade dos visitantes, lembro muito bem de um fato que chamou bastante a minha atenção.

SEM dúvida é a relação do homem com o animal, especialmente o cão, uma espécie de preferência nacional. Dizem que a população de cães é idêntica aos dos seres humanos. É impressionante como estes animais ocupam espaços no cotidiano de Paris.

PARA eles, nada, ou quase nada, é proibido. Eles estão nos metrôs, restaurantes, bares, lojas e repartições públicas. Nos anos 70 ouvi de um morador de Paris, que um prefeito regional tentou encetar uma campanha para proibir e disciplinar alguns espaços para os cães. Foi um “rebu” danado...

SOMENTE a Associação dos Aposentados de Paris, em nome dos cães, partiu para a intransigente defesa, que logo deram um apelido ao prefeito de “inimigo nº 1 dos animais”. Pronto! O futuro daquele político deixou de existir, nunca mais conseguiu se eleger.

AS calçadas bem largas da cidade de Paris, todas as manhãs são lavadas através de uma máquina especial, cuja água é misturada com um shampoo especial, para atenuar os odores deixados pelos detritos dos animais. Há também espaços públicos reservados somente para os cães, com direito a água.

O desenvolvimento das lojas Pet Shop é uma realidade. Milhões de dólares são movimentados neste setor que não para de crescer. Lembro que ao visitar uma loja destas em Paris, comprei um aparelho que inibe o ataque de cães, ao instante que este aparelho emite um ruído especial, o animal recua imediatamente.

OUTRA cidade que visitei há pouco tempo, a encantadora Buenos Aires, que certamente é a cidade mais européia de todas da América do Sul, já tem inclusive uma legislação especial com relação ao comportamento dos cães. Para citar apenas como exemplo, os “Passeadores de Peros”, tem que fazer um curso especial, para saberem de que maneira devem conduzir os cães nos passeios.

NO máximo podem levar 17 animais e o tempo de passeio dura em torno de 3 horas, e na maioria dos parques são permitidos este giro. São obrigados a limparem todos os dejetos dos animais e responsáveis por eventuais acidentes ou brigas dos mesmos. É espetacular observar um “Passeador de Peros” trabalhando nas ruas centrais da capital Argentina.

NO Brasil nestes últimos anos, os cães também conseguiram ampliar seus espaços e a admiração dos humanos. Basta visitar uma loja Pet Shop e ver evoluções de roupas, alimentos e comodidades para os animais. A formação acadêmica de médicos veterinários colaborou em muito para esta evolução. Clínicas especializadas se multiplicam para proteger os animais.

COM esta evolução, a nossa gente começa a sentir também mais apego aos gatos e cachorros. Na minha casa, por exemplo, há alguns meses minha filha Maria de Fátima, ao passar na periferia de Barueri, encontrou um filhote vira lata abandonado em uma obra de prédio, e não teve dúvidas, apanhou o pobre animal e o levou imediatamente para uma clínica veterinária. Conclusão da história...minha família aumentou e além do gato Ringo, agora temos a Bolinha.

AGORA sou um comprador de ração, cada um tem o seu tipo. À noite tenho um parceiro de colo, que responde pelo nome de Ringo e de vez em quando, tenho que dar minhas caminhadas com a Bolinha, que convenhamos é uma farra só. Viva os animais, pois segundo dizem, são eles os nossos melhores amigos.

NO próximo ano a cidade de Osasco estará comemorando 50 anos de emancipação político administrativa. O próprio prefeito Emidio Pereira de Souza está preocupado com esta comemoração nos vários sentidos. Nesta semana conversei com meu amigo Luiz Henrique Cipullo, que confessou que até agora ninguém se lembrou de prestar homenagem aos funcionários públicos do município, que foram os guardiões no difícil início há 50 anos. Um começo difícil e trabalhoso.

INCLUSIVE o IPMO poderia perfeitamente articular esta homenagem, das mais justas e merecidas. Afinal, os remanescentes são todos aposentados e não são muitos, assim, quem sabe, uma reunião com Luiz Henrique Cipullo e Setrak Khachikian poderia chegar a um ponto comum. Esta plantada a idéia. Estou com eles e não abro...

NA semana passada, o prefeito Rubens Furlan acompanhou sua filha, a deputada federal Bruna Furlan a Brasília e ficou encantado com a aclimatação rápida da jovem deputada. Furlan brincou e disse com um largo sorriso, que Bruna aprendeu as portas e corredores do Congresso Nacional, mais rápido do que quando ele lá esteve como deputado federal.

NESTE sábado, a partir das 15h30, a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, estará na Grande Recife (cidade de Paulista), transmitindo o jogo valendo pelo Campeonato Brasileiro Série B, entre Salgueiro x Grêmio Barueri. Adriano Zini comanda esta grande jornada esportiva. É bom lembrar, que no último dia 18, a Equipe Furacão completou 33 anos de atividades, com 7 copas do Mundo no seu currículo, e sem nenhum tipo de interrupção. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011


EM julho de 1990, portanto há pouco mais de 21 anos, estava cobrindo a minha segunda Copa do Mundo direto da Itália. O meu amigo e repórter Toni Marchetti estava baseado em Asti, uma pequena cidade vinícola, onde a Seleção Brasileira de Futebol estava sendo preparada.

ENQUANTO Marchetti cobria o dia a dia da nossa seleção, a minha base de trabalho era em Roma, numa pequena localidade chamada Grutta Roxa, onde todos os jornalistas do mundo tinham o seu QG. Era chamado de Centro de Imprensa da Copa. Por ali o tempo demorava a passar.

QUANDO aconteciam os jogos do Brasil, especialmente na cidade de Torino, a nossa equipe se deslocava de avião para esta cidade, e depois retornava à base. À medida que os jogos aconteciam e com equipes eliminadas, as nossas atividades eram reduzidas.

PRATICAMENTE passei dois meses na cidade de Roma, com meus amigos de Salvador e Feira de Santana, da Bahia. Nas horas vagas visitava tudo que tinha direito. As grandes atrações, como Coliseu e Vaticano, já conhecia como a palma de minha mão.

NUM determinado dia, encontrei por acaso no saguão do hotel onde estava hospedado, um padre brasileiro, que morava em Roma há bastante tempo. Conversa vai rolando e indaguei se havia algum lugar importante por ali que poderia visitar, pois estava com bastante tempo ocioso, mas teria que ser algo diferente e inusitado.

O velho religioso coçou a testa e perguntou se eu conhecia as CATACUMBAS DE SÃO CALIXTO, nos arredores de Roma. Até aquele momento nunca havia ouvido falar de tal centro, cujas origens datam dos primeiros séculos depois de Cristo.

CONFESSO que fiquei curioso em conhecer tal lugar. Juntamente com dois amigos jornalistas, resolvemos visitar a atração. Obtivemos mais informações do lugar, distante aproximadamente trinta quilômetros do centro de Roma, numa estrada chamada Via Appia.  

COMECEI a ler sobre este assunto, que resumidamente denominava CATACUMBAS como locais que serviam de cemitérios subterrâneos aos primeiros seguidores do Cristianismo, para quem a fé se baseava na esperança da vida eterna após a morte, portanto conhecer um local destes é no mínimo inusitado.

AS CATACUMBAS DE SÃO CALIXTO têm mais de 20 mil pessoas enterradas. Ocupa cerca de 15 hectares e mais de 20 metros de profundidade. São mais de 20 quilômetros de corredores, que conduzem aos diversos túmulos, onde descansam corpos de pessoas que viveram na época de Jesus Cristo.

QUANDO nos aproximamos do local, o detalhe é que os autocarros não podem circular por causa do perigo de desmoronamento. Aparentemente parece um local descampado e desabitado. Este local era literalmente escondido das autoridades do Império Romano, apenas um pequeno e camuflado orifício servia de entrada para seu interior, que dava acesso a uma longa escada.

ALI através de uma pequena escada eram sepultados mártires que morriam dilacerados no “Colliseo Arena”. Terminado o martírio o povo retirava-se e ninguém mais se preocupava com ele. Ao anoitecer, católicos heróicos, escondidos, recolhiam os restos mortais para as catacumbas. Neste local estão dezenas de mártires, inclusive 16 pontífices.

LEMBRO bem das catacumbas de São Calixto (que inclusive foi Papa) e cede seu nome ao local, Santa Priscila e Santa Cecília, cuja cripta é uma das mais visitadas. Ela também é conhecida como a PATRONA DA MÚSICA e foi martirizada no século III.

OUTRO detalhe deste inusitado lugar, é que o turista não pode ingressar em seu interior sozinho, pois certamente ao longo de seus 20 quilômetros irá se perder e, naquela escuridão vai perder o rumo de “casa”. Há guias especiais que falam diversos idiomas e você entra em grupos de mais ou menos 15-20 pessoas.

NOS apertados corredores a temperatura é bastante baixa. No grupo as pessoas são interligadas por uma cordinha para não se perderem. O guia caminha na frente com um farolete super forte. Recordo que num determinado instante ficamos agoniados em sair, dado ao lugar ter pouca circulação de ar. Ufa!

OSSOS humanos é que não faltam. Todo o solo no interior é argiloso de cor preta e claro um cheiro nada agradável. Sem dúvida, este local é grande ponto de convergência da história, envolvendo o início do catolicismo diante do poderio quase implacável do Império Romano. Quando for a Roma, que tal ter este encontro com as CATACUMBAS DE SÃO CALIXTO?

O prefeito Rubens Furlan esteve esta semana em Brasília, com sua filha deputada Federal Bruna Furlan. Além de prestigiar sua filha, foi rever os velhos amigos de quando Furlan por lá esteve na qualidade de deputado Federal.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


AO longo de toda minha vida, sempre tive estreita ligação com o esporte, principalmente com o futebol. Já na infância, no bairro de Presidente Altino em Osasco, o meu pai morou nas dependências do campo do C.A.Osasco, onde ele exercia a função de zelador e minha mãe, ocupava-se em lavar todos os fardamentos esportivos.

FOI uma maneira que minha família encontrou para aumentar seus rendimentos, para que este colunista pudesse estudar, numa época difícil e de poucas oportunidades. Cresci em meio às chuteiras, bolas, redes e tudo que diz respeito à prática do futebol. 

COM apenas quinze anos já jogava entre os adultos e não descuidava nem um pouco dos estudos. Depois mudamos para o bairro do Rochdale, onde sequer havia energia elétrica. No início deste loteamento imediatamente integrei-me às atividades do bairro, onde é claro o futebol era a principal atividade.

NA verdade neste bairro, no início dos anos 60, não havia nenhuma opção de lazer e entretenimento: se masculino tinha que jogar futebol. Até mesmo o distintivo do Rochdale E.C., foi este colunista que criou, uma imitação da Ponte Preta e do Santos. O campo de futebol, onde hoje é o estádio, foi uma disputa para deixá-lo como lugar específico para a prática de futebol.

TENHO muitas saudades deste tempo. Por várias razões, a juventude não tinha tempo para pensar em drogas. O futebol amador une pessoas e grupos sociais. A comunidade se fortalece. Os movimentos sociais brotavam, a ponto de naquela época, ter fundado a Sociedade Amigos do Rochdale, onde fui seu primeiro presidente.

SEI perfeitamente da importância de manter unida a juventude através do esporte, e claro, manter também um bom condicionamento físico. Mas, os tempos mudaram e o progresso chegou cada vez mais avassalador. As áreas livres já não existem, assim, os campos de futebol varzeano rarearam. Os desportistas na periferia das cidades foram empurrados cada vez para mais longe.

MAS alguns governantes de melhor visão, felizmente reservaram áreas para os campos de futebol e assim, deixando esta alternativa de lazer para os trabalhadores, que aos domingos mostram suas habilidades com a bola. Neste diapasão vale registrar como exemplo a cidade de Barueri. Para se ter uma pálida idéia, esta cidade tem quinze campos de futebol para a prática amadora. E que campos!

SOMA-SE a este número, dezenas de quadras poliesportivas, onde o futebol de salão tem um enorme destaque. Em toda cidade de Barueri, existem em torno de 300 equipes de futebol de campo e salão. Nesta última segunda-feira, estive no Ginásio de Esportes Correião acompanhando a entrega de mais de 600 sacos de material esportivo a todas as equipes do município.

NÃO somente o prefeito Rubens Furlan, como também o seu secretário de esportes Carlos Zicardi, estiveram entregando este material completo, com bola e muita coisa mais. Há detalhes que precisam ser abordados. Por exemplo, para atenuar os custos das equipes a prefeitura de Barueri, instalou uma enorme lavanderia que lava todo este material, em torno de 25 mil peças por mês.

TODOS os estádios nos bairros são gramados, vestiários com chuveiros elétricos, arbitragem e assistência médica, além de um serviço de fisioterapia, que funciona à noite para beneficiar os esportistas que trabalham durante o dia. Foi uma noite memorável nesta última segunda-feira, quando os sofridos dirigentes dos clubes amadores de Barueri, abraçaram com alegria Furlan e Zicardi pelo enorme incentivo. É meu amigo, a cidade de Barueri realmente faz a diferença...

NESTA última semana estive em Curitiba, com a Equipe Furacão da Rádio Terra, transmitindo Paraná x Grêmio Barueri. Recebi em nossa cabine vários vereadores, acompanhados pelo cardeal dos Jornalistas Esportivos, Capitão Hidalgo, que foi meu parceiro em sete Copas do Mundo. Depois da partida, jantamos e claro, relembramos muitas histórias deste mundo afora.

OUTRA informação legal, é que a prefeitura de Barueri, está anistiando as construções clandestinas ou irregulares, edificadas em propriedades particulares. Para maiores informações ligue para o telefone: 4199.1334.

OUTRO dia conversei com um experiente vereador de Osasco, que fez uma espécie de balanço das atividades da Câmara Municipal do município. Disse que o vereador mais crítico na tribuna é o médico André Sacco e dos jovens vereadores, quem está sobressaindo com muita dedicação é Ana Paula Rossi de Almeida. 

NESTE sábado, a partir das 15h30, estarei com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, transmitindo o jogo pelo Campeonato Brasileiro da Série B, Grêmio Barueri x Náutico, do Recife. Em ação Adriano Zini, Toni Marchetti e este amigo. Um grande abraço e um Feliz Dia dos Pais!!!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

SEMPRE gostei de ser um observador de detalhes, principalmente quando estou viajando no exterior. Às vezes uma boa idéia, independente do lugar, vale a pena ser anotada e quem sabe aproveitá-la num momento oportuno.

ESPECIALMENTE nos países da Ásia é que observamos boas idéias. Na Coréia do Sul, no ano de 2002, quando lá estive na cobertura da Copa do Mundo, anotei algumas idéias. Uma dessas anotações foi quando observei que no interior de todas as agências bancárias, os grandes beneficiados são as pessoas que usam óculos. 

É obrigatório que todas as agências tenham uma pequena mesa redonda de granito e em sua superfície estão presos mais ou menos uns doze óculos de grau, que ali estão para os clientes que esqueceram os seus e claro, não conseguem sem eles assinar um cheque.

NO meu caso específico, não consigo assinar nenhum documento sem meu inseparável óculos. Assim, se no Brasil isso vier acontecer tenho que retornar à minha residência para buscar meus óculos. Na Coréia do Sul, esta mesa certamente estaria a meu favor.

NA mesa de granito sempre terá um substituto do mesmo grau, ou próximo, e ali estarei fazendo as tarefas bancárias. Uma idéia bem simples e funcional para os clientes, especialmente os mais idosos que têm dificuldade com a visão. Até agora não entendi, porque os bancos brasileiros não copiaram tal serviço. É prático e barato.

NO caso de haver necessidade de beber água em locais públicos, os recipientes até que são iguais aos do Brasil, mas os copos são literalmente diferentes e mais práticos e não ocupam tanto espaço. São pequenos copos de papel engomados, com uma indicação explicando para você desdobrar e apanhar água no filtro. Depois é só amassar e jogar numa pequena caixa e dali para o lixo. Fácil e prático e até mesmo são estampadas propagandas na sua borda.

PARA comer as dificuldades aumentam em função dos nossos hábitos e costumes. Por lá somente são usados os famosos palitos. Não é fácil usá-los, mas a necessidade obriga que eles sejam manuseados, pois caso contrário, sua fome certamente aumentará. Há casos em que existem garfos e facas, mas são raros.

NOS vagões do trem-metrô, em todas as portas de entrada e saída existem em forma de cortesia, alguns jornais coreanos para os passageiros sentirem-se informados e que ajudam a passar tempo. Nos alto-falantes a maioria das músicas que são tocadas são chamadas músicas eruditas, é a cultura sendo enviada para a grande população.

HÁ casos curiosos de prestação de serviços à grande população, como por exemplo, os sapateiros. Nas grandes avenidas a prefeitura constrói pequenas barracas nas calçadas, como se fosse uma banca de jornal, e ali o sapateiro conserta todo tipo de sapato, enquanto o freguês fica sentado assistindo a um pequeno televisor, é muito legal, pois no piso existem tapetes orientais de rara beleza.

AS faixas comunicando eventos da cidade tem um lugar próprio nos grandes cruzamentos. São armações de ferro todas padronizadas, que recebem as faixas e desta forma não poluem as ruas como no Brasil. Para cada cor de faixa, significa o tipo de quem está desejando comunicar. No caso da prefeitura, todas as faixas tinham a cor laranja, serviços médicos, na cor vermelha.

TODOS os prédios de apartamentos, tem em torno de 18 andares e em toda a Coréia do Sul apresentam o mesmo projeto. Por lá não existem nomes de ruas, apenas os prédios tem um grande número na torre de água. O trânsito é feito todo no sistema inglês, ou seja, tudo ao contrário daquilo que temos no Brasil. É complicado, pois temos a sensação que estamos sempre na contramão.

NAS praias as mulheres ficam sempre debaixo dos guarda-sóis. Suas peles alvas e brancas como uma autêntica porcelana chinesa, não aceitam tomar sol e daí quanto mais branca a coreana, mais bonita se apresenta aos seus namorados, o detalhe é que não se observa mulheres obesas e rechonchudas, todas magrelas mesmo.

NOS shoppings, nas entradas dos estacionamentos é praxe você encontrar uma jovem coreana como se fosse uma baliza em nossos desfiles cívicos, dançando e com um largo sorriso dando boas vindas àqueles que estão chegando. Estas moças também são usadas nas campanhas eleitorais, especialmente nas esquinas chamando a atenção do grande público. 

NA Coréia do Sul, a maioria dos hotéis também são usados para velórios. Em Ulsan, uma cidade do interior, fiquei chocado numa noite quando fui dormir e ali estava acontecendo um concorrido velório, com flores para todos os lados. Até mesmo os elevadores parecem os de hospitais, para abrigar um caixão quando for necessário, são longos para comportar macas e outros babados.

FINALMENTE a participação dos idosos em serviços comunitários, como por exemplo, plantar flores e fazer jardins nas margens de rios e córregos. A prefeitura ajuda com material e apoio logístico, e os aposentados fazem verdadeiras obras de arte nestas margens. É muito legal esta participação da terceira idade, um verdadeiro exemplo comunitário.

LOGO mais, hoje à noite, a partir das 20h30, estarei em Curitiba transmitindo com a Equipe Furacão da Rádio Terra AM 1330 KHz, valendo pelo Campeonato Brasileiro Série B, o jogo Paraná x Grêmio Barueri. Adriano Zini comanda esta grande jornada e ao lado de Marchetti estarei nos comentários. Até lá!