quinta-feira, 30 de junho de 2011

TENHO ouvido por todos os cantos, diversas pessoas dizerem que não tem SORTE na vida, e que tudo é difícil e complicado. Afinal o que na verdade existe com relação à SORTE das pessoas? Poucos idiomas do mundo explicam a sua realidade. É quase que uma exclusividade da nossa língua. 

LEMBRO bem, que quando estava trabalhando pela Equipe Furacão na cobertura da copa da Alemanha em 2006, vivi uma experiência das mais interessantes ao lado da Seleção Brasileira de Futebol. Estava num hotel na cidade de Leverkusen bem próximo à Colônia, onde o Brasil jogaria uma partida da Copa.

ESTA cidade alemã de nome complicado Leverkusen é eminentemente industrial, por lá estão as sedes de grandes complexos industriais, entre eles a poderosa Bayer, que tem mais de 15 mil funcionários e suas ramificações pulverizam todo o mundo.

NUMA tarde no calçadão de Leverkusen estava procurando um local para revelar minhas fotos e diante do bar com cadeiras do lado de fora, estavam três senhores engravatados tomando vinho branco e contando muitas histórias. Aproximei-me de um deles e expliquei numa mistura de línguas qual era o meu problema.

PARA minha surpresa, um dos mais idosos do grupo sorriu e perguntou qual era minha origem. Com orgulho fui retrucando que era do Brasil. O distinto cavalheiro sorriu e disse que falava minha língua, pois havia trabalhado no Brasil por mais de oito anos e havia ocupado a presidência da Bayer no Brasil e que inclusive, tinha um filho que nascera no Brasil.

APRESENTOU-SE como Dr. Becker e foi comigo até uma loja onde deixei meu filme para revelar. Tive que aceitar o convite para tomar um vinho com meu mais novo amigo alemão...e que amigo? Na sua vida já houvera trabalhado além do Brasil, na Argentina e na China, em todos os países na qualidade de presidente da Bayer, e mais 9 anos como presidente mundial da Bayer, cuja sede era na cidade em que estava.

ESTE senhor demonstrou toda sua admiração pela nossa gente e pelo nosso Brasil e convidou para um almoço no dia seguinte na sede da Bayer, este convite extensivo aos meus colegas brasileiros, que estavam trabalhando na cobertura da Copa do Mundo, um total de nove jornalistas. Tudo combinado e no dia seguinte tivemos um lauto almoço com o Dr. Becker.

SENTEI-ME bem ao seu lado e conversamos longamente. Num determinado momento fiz uma pergunta; o que uma pessoa como ele precisaria fazer para ter uma caminhada de grande sucesso na sua brilhante carreira de executivo? Ele coçou a vasta cabeleira branca e do alto de seus 84 anos fez um comentário que nunca mais esqueci.

UM ser humano quando nasce precisa ter o que vocês brasileiros chamam de SORTE, aliás no idioma alemão não temos este adjetivo. Ao nascer precisa ter SORTE para a saúde e meios para caminhar na vida com êxito e sucesso. Deu um exemplo bem simples que quando alguém nasce numa favela, sem dúvida, este não nasceu com SORTE, daí... SEM SORTE a vida será de difícil manejo.

DIANTE da explicação, fui logo dizendo que ele havia tido muita SORTE para ter aquela caminhada de sucesso. Com   minha colocação ele ficou triste de repente e disse que o seu pior momento na vida foi na última guerra mundial, quando ficou aprisionado pelos russos em campos de concentração soviéticos na Sibéria, por mais de dois anos.

INTERESSANTE que na medida que a conversa era desenvolvida, Dr. Becker começou a chorar e disse entre lágrimas, que este foi o pior período de sua vida, inclusive com enormes sequelas deste castigo e puxou-me como quem quer contar um segredo: “...este foi o período em que não tive nenhuma SORTE...”.

ASSIM toda vez em que ouço a palavra SORTE, minha memória retorna à Alemanha, onde em 2006 conheci um grande amigo, cuja fidalguia jamais vou esquecer e deu uma demonstração de como nós devemos conviver com  a SORTE pois não depende apenas e somente de nós, e sim do CRIADOR NOSSO PAI...Não é amigo?

NESTES últimos dias fiz algumas viagens com minha equipe de esportes, especialmente para cidades do interior. Em Varginha pude ver o marketing para vender o turismo em cima dos ETs. Bem no centro da cidade uma enorme nave (caixa d’água da cidade) toda iluminada e rotatória, demonstra como a cidade teria sido invadida pelos ETs, no seu redor pequenos ETs servem de fundo para fotos dos turistas.

NA cidade de Três Corações, para frente de Varginha, o detalhe fica por conta do trevo de entrada, onde aparecem 3 enormes corações de concreto e uma imagem de tamanho real de seu filho mais ilustre o PELÉ, dando aquele soco no ar. Um dos moradores da cidade disse que até mesmo na inauguração do trevo, o PELÉ, não compareceu.

É bom lembrar que PELÉ, nasceu em Três Corações, onde viveu apenas dois anos, depois foi com a família para São Lourenço e por ali viveu mais cinco anos, depois foi para Bauru, onde saiu para a glória com quinze anos para Santos, onde vive até hoje, na qualidade de Rei do Futebol. 

AMANHÃ estarei a partir das 16h na Arena Barueri, com Equipe Furacão da Rádio Terra AM 1330 KHz na transmissão do jogo: Grêmio Barueri x Vitória, da Bahia, pelo Campeonato Brasileiro da Série B, com Adriano Zini, Toni Marchetti e este amigo. Até lá e um grande abraço.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

SEM dúvida, uma das coisas que o jornalismo me proporciona e faz com que tenha uma grande dose de satisfação é a de receber cartas dos meus amigos leitores, são instrumentos aferidores da ligação entre o jornalista e os leitores. Hoje apreciaria muito em registrar e responder duas cartas que chegaram até a redação.

UMA delas trás a assinatura de um velho e querido amigo. Uma das figuras que a educação e o ensino, devem muito ao descortino e visão do Dr. José Cássio Soares Hungria. Por força de seu trabalho, não temos tido uma convivência mais próxima, mas à distância, tenho sempre acompanhado o crescimento de seu modular estabelecimento de ensino, orgulho de Osasco e região.

MAS repito, foi com enorme alegria que recebi uma cartinha assinada pelo Dr. Hungria, com os seguintes dizeres:     “Meu Caro Baltazar. Li, como faço de longa data, sua apreciada “Check-Up”! são viagens, histórias de Osasco, curiosidades, reminiscência, tudo muito gostoso de ler e saborear. Sinto-me, como já disse o Guaçu, “um osasquense que nasceu em Itapetininga”. Valeu. Na sua última crônica, você recorda o Jazz Band Galo Preto, cujo nome me soa conhecido. Não sei de onde. Vai aí, se é que você já não tem o livro de Lucas Pavão, pai de nosso amigo comum, Amaury, que é de uma leitura deliciosa. Tem uma caçada de paca no Tietê que dá água na boca... Voltando às suas festejadas crônicas: vamos pensar em editar uma coletânea delas? Já tenho até uma sugestão para o título: “As melhores do Baltazar em 32 anos delas”. Algo assim. Que tal? É muito sonho meu? Um abraço do Hungria”.

EM primeiro lugar desejo agradecer aos adjetivos elogiosos a nossa modesta coluna que envereda pelos caminhos de quase 33 anos sem interrupção. São pessoas como o Dr. Hungria que muitas vezes endereçamos algumas experiências vividas em Osasco e região e claro também a minha vida “cigana” nestes 40 anos pelo mundo no atrevimento de cobrir eventos esportivos de grande envergadura, como por exemplo, a de 7 Copas do Mundo.  

RECEBI com aguçado “apetite” o livro “memórias: algumas histórias de Lucas Pavão na Vila Osasco”, de nosso amigo comum Amaury Pavão e os fatos ali registrados são parte de uma história arrebatante e envolvente de uma Osasco, nos seus alegres primórdios. Como diz e concordo “a caçada de paca”, no Rio Tietê, faz o Amaury uma deliciosa volta ao passado. Que bom...

CARO Dr. Hungria, com relação a sugestão de editarmos uma coletânea de nosso Check-Up, que seja bem vinda. Até o título sugerido é muito legal. Apenas como adendo todo este material está editado em três jornais osasquenses e ao longo destes 32 anos, são milhares de páginas. É apenas o caso de separarmos o joio do trigo. Que bom que o amigo tenha este sonho, e muito breve poderemos realizá-lo. Um grande abraço deste amigo que o admira e que um dia possamos ao lado do amigo Amaury, degustarmos uma fantasiosa carne de paca...

OUTRA carta que desejo agradecer, vem do amigo Paulo Eduardo, que intitula “As Jacas do Baltazar”: “Quando eu trabalhava em Osasco, precisamente na Itapemirim na Praça. Antonio Menck, tinha um rapaz que trabalhava neste jornal e ao mesmo tempo distribuía o jornal. Rapaz simples, comunicativo e lembro até que em certa época ele tinha um programa numa rádio comunitária. Era um prazer quando ele gentilmente nos trazia o jornal. Mas lembro de uma reportagem que marcou muito, que foi AS JACAS DO BALTAZAR. Eu sempre fui voltado para a natureza e depois desta reportagem passei a tratar quase todas sementes de frutas e legumes com mais “consideração”. Sempre que separo as sementes eu procuro quando possível, jogá-las em alguma mata ou terreno na esperança de germinarem. Dê uma abraço no rapaz que entregava o jornal (se ele ainda estiver por aí) e no Baltazar. Diga ao Baltazar que a reportagem que ele “plantou” deu semente de idéias. Felicidades”.

MEU caro Paulo, que bom que a história das sementes das rodovias da Suécia, que escrevi há algum tempo, mudaram sua opinião. Na época, citei como exemplo de sementes famosas, jaqueiras do córrego Bussocaba, bem no centro de Osasco, que servem ainda como testemunho que todo espaço pode ser usado. Escreva sempre e grato pelas palavras elogiosas.

DURANTE um café que tomei com o prefeito Rubens Furlan, nesta última semana em seu gabinete, ele confidenciou que nutre pelo seu secretariado uma enorme gratidão e disse que sem pessoas como elas, jamais teria atingido este fantástico estágio de popularidade em Barueri. Parabéns a todo secretariado desta importante cidade, cujo reconhecimento é evidente, feito pelo prefeito Furlan.

HOJE estarei a partir das 20h30 na Arena Barueri com Equipe Furacão da Rádio Terra AM 1330 KHz na transmissão do jogo: Grêmio Barueri x ASA de Arapiraca, pelo Campeonato Brasileiro Série B, com comando de  Adriano Zini e toda nossa equipe. Até lá nos 1330 KHz...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

OUTRO dia um velho amigo e assíduo leitor desta coluna, fez uma indagação sobre minhas andanças pelo mundo, no sentido de que já tenha enfrentado situações perigosas e de risco de morte, na verdade foram muitas e vou contar apenas algumas que certamente convivi com possibilidades bem trágicas.

CORRIA o ano de 1982, portanto há quase trinta anos, ocupava um cargo importante no governo do Estado de são Paulo. Era o coordenador de Turismo do Estado de São Paulo e fui participar em Manila, nas Filipinas do maior Congresso do Mundo, no campo do turismo. A delegação brasileira era composta de 25 pessoas de vários Estados.

AS duas maiores representações eram de São Paulo e da Bahia. Nesta época a Filipinas era governada pelo ditador Ferdinando Marcos e haviam movimentos políticos e de terroristas para tirá-lo do poder. Antes mesmo da nossa viagem, já existia uma preocupação por parte da nossa delegação, em relação a estes movimentos.

MAS assim mesmo, realizamos esta longa viagem, na qual fizemos duas paradas: uma nos Estados Unidos e outra no Japão. Chegamos dois dias antes da abertura do Congresso de Turismo (ASTA), e depois das medidas burocráticas de credenciamento, cumpríamos determinações do então presidente da Embratur, Miguel Colassuono, chefe da delegação.

NO dia da abertura a ser realizada num monumental salão no centro de Manila, nunca vimos tantos policiais e medidas de segurança, para proteger as autoridades do mundo todo, que ali estavam para discutirem medidas no campo do turismo. A nossa delegação foi dividida em duas partes: da Bahia mais no fundo e São Paulo e Rio de Janeiro mais à frente, no grande salão.

CERTAMENTE o que iria acontecer nos próximos minutos, ficaria marcado na minha mente para sempre. Enquanto um locutor dava orientações no palco, um estrondo monumental se fez ecoar nos fundos do amplo salão. Era uma gigantesca bomba colocada pelos terroristas para sacudir este grande congresso.

NAQUELE momento sem saber ao certo o que estava acontecendo, instalou-se um grande pânico, pessoas correndo buscando uma saída o mais rápido. Ao olhar para os fundos notei que a bomba houvera feito pela sua força, uma enorme clareira entre as poltronas. Várias e várias pessoas feridas e ensanguentadas gritavam por socorro.

ATÉ minha pasta de mão, que portava naquela oportunidade, acabei esquecendo e depois de alguns minutos, ficamos sabendo que parte da nossa delegação havia tido grandes problemas, a ponto de uma funcionária da Bahiatur de Salvador, infelizmente perder um braço naquela dramática explosão.

COM este incidente, o congresso foi cancelado e a minha preocupação era de sair o mais rápido possível daquele país. Lembro que fui até o aeroporto de Manila, e somente depois de uma semana poderia retornar ao Brasil, mas quase compro uma passagem para o Vietnã. Na verdade, queria ir para qualquer lugar, menos ficar próximo dos terroristas das Filipinas, estava muito assustado.

CURIOSAMENTE depois disso tudo, todos nós estrangeiros éramos monitorados por soldados do exército filipino. Recordo que para ir ao banheiro, era seguido por um policial armado com uma metralhadora. Foram alguns dias que passei nas Filipinas de grande tensão e de enorme ansiedade. Desta confusão jamais esquecerei, pois vi a morte bem de perto...

OUTRA grande mancada aconteceu na Coréia do Sul em 2002. Tão logo estava terminando a Copa do Mundo, tentei conhecer a fronteira mais protegida do mundo, entre as duas Coréias: do Sul e do Norte. Em Seul dois agentes disseram que por 300 dólares iriam mostrar esta fronteira, inclusive um túnel de quatro quilômetros.

NUM primeiro momento até aceitei fazer esta perigosa “visita”, já estava marcando a hora para irmos ao local. Acontece que no balcão do hotel puxaram um documento escrito em espanhol, que dizia que teria que usar colete à prova de bala e se caso acontecesse algo comigo, tudo seria de minha inteira responsabilidade, e que meu corpo seria encaminhado ao Consulado Brasileiro em Seul. 

COMO se diz na gíria, acabei dando um verdadeiro “cavalo de pau” e recuei a todo vapor: afinal por que teria que correr todo este risco, se ao menos não tenho nenhum parente coreano? Agradeci e continuei com a minha curiosidade de conhecer o local, que até pombo correio é fuzilado pelos policiais da Coréia do Norte. Ufa, quem não quer confusão que fique em casa comendo arroz e feijão, longe de um prato de cachorro assado...

AMANHÃ estarei às 15 horas com a Equipe Furacão da Rádio Terra AM 1330 KHz na Arena Barueri, transmitindo: Grêmio Barueri x Portuguesa e terça-feira, 14, direto de Campinas às 18h30: Ponte Preta x Grêmio Barueri, pelo Campeonato Brasileiro Série B, com Adriano Zini, Toni Marchetti e César Roberto. Até lá...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

QUANDO fui para os Estados Unidos pela primeira vez, não lembro bem o ano, mas certamente faz mais de 30 anos, algumas novidades chamaram bastante a minha atenção. Uma delas, foi de ver carrinhos de supermercados todos largados nos pátios de estacionamento e nas ruas.

NESTA época no Brasil, o sistema de supermercados ainda era muito incipiente e estava na sua fase de adaptação. Em Osasco existia um defronte aos salões da A.A. Floresta, na Rua Primitiva Vianco. Ao ver os carrinhos largados, logo pensei o que seria esta situação no Brasil? Será que existiria algum para contar a sua existência...

EM três décadas tudo mudou. As tradicionais vendas e empórios, onde as famosas cadernetas para o pagamento no final do mês faziam a festa, já não existem mais, as vi recentemente no nordeste do Brasil, especialmente no Ceará, portanto a racionalização e agilidade chegou com força total.

NA primeira oportunidade que estive nos Estados Unidos há trinta anos, outro detalhe que deixou-me curioso foram as lojas e casas de aluguel e vendas de roupas usadas, ou seja, aquilo que nós chamamos de “brechó”. Curiosamente até hoje este tipo de comércio não decolou, ainda que existam alguns deles.

POR QUE será que este tipo de negócio não aconteceu? Outro dia, um empresário meu amigo, disse que no Brasil há um enorme preconceito entre as pessoas em não usarem roupas dos outros. Sei lá se acontece asco ou algum tipo de rejeição, mas o brasileiro é avesso a este tipo de comportamento.

DE minha parte até entendo tudo isso, mas qual destas pessoas no Brasil já não dormiu num hotel, onde os lençóis e fronhas foram usados por tantas pessoas estranhas. Alguns deles chegam a ter uma cor amarelada de tanto uso e ninguém, nestes casos, reclama, é o caso também das roupas hospitalares.


ATÉ mesmo as toalhas de banho nos hotéis chegam a ficar até endurecidas de tanto uso e assim mesmo, todos nós as usamos sem reclamar. Já ouvi uma expressão várias vezes, que tudo que é “lavado fica novo”. Mas que nestes casos há um grande paradoxo de comportamento, sem dúvida há mesmo.

AFINAL no caso de uma festa importante, porque gastar tanto para uma roupa nova, se ao seu alcance existe nos “brechós” uma talhada e bem passada e claro, superlimpa à sua disposição e por um preço superacessível. Ultimamente tenho visto, especialmente no centro de Osasco e Barueri, lojas que oferecem estes tipos de locação de roupas com inusitado sucesso, ainda bem...

E para finalizar, se você meu caro amigo, ainda continuar com o preconceito de não usar este tipo de serviço, lembre-se do hotel que você ficou um dia  e daquele banho enxugado numa toalha endurecida e amarelada pelo tempo e pense com firmeza, que tudo que se “lava está novo” e ponto final, boas economias a todos que necessitem ir a grandes festas. Combinado? legal...e sucesso!

NA cidade de Barueri há números que impressionam, especialmente na área da saúde. Por exemplo, o Hospital Municipal de Barueri, considerado como um dos mais modernos estabelecimentos do gênero, completou três anos neste último dia 29. E neste terceiro ano de funcionamento os números são impressionantes.

SEGUNDO o que o prefeito Rubens Furlan disse nesta última sexta-feira, já realizou cerca de 16 mil cirurgias, mais de 15.000 internações, 200 mil atendimentos ambulatoriais, inclusive com exames. Mas de 13 mil atendimentos de urgência e emergência. Mais de 10 mil exames de tomografia computadorizada e 12 mil procedimentos de hemodiálise.

OS números falam por si mesmo, o Banco de Sangue coletou mais de 4,6 mil bolsas, desde a sua inauguração em agosto de 2010. Inaugurado em 29 de maio de 2008, com total construção por recursos próprios da prefeitura, o prédio conta com 304 leitos divididos em 241 de enfermaria, 41 de UTI e 22 leitos berçário de alto risco.

LEMBRO muito bem que, quando este hospital estava em fase de conclusão, o secretário de Saúde de Barueri foi despachar com o prefeito Rubens Furlan sobre os tipos de leitos na UTI e disse que tinha três orçamentos para o prefeito decidir. Furlan dobrou todos os orçamentos e disse ao seu leal servidor o seguinte:

“Meu caro secretário, quero os mesmos leitos que existem no Hospital Albert Einstein, levante seus tipos e modelos...”. O assustado secretario de Saúde indagou ao prefeito Furlam se ele sabia do valor destes leitos importados dos Estadps Unidos? Furlan simplesmente retrucou: “...custe o que custar é este que quero para a minha gente de Barueri...”

E assim foi feito, Furlan não abre mão dos padrões de qualidade, especialmente quando o assunto é de saúde pública. Visitar o Hospital de Barueri é sem dúvida visitar uma casa de saúde de primeiro mundo. Foi-se o tempo em que, quando havia algum paciente supergrave, tínhamos que mandá-lo para São Paulo, agora é encaminhado para o moderno Hospital de Barueri.

FOI linda a festa na Arena Barueri no último dia 27 de maio, quando do retorno do Grêmio Barueri. Foi uma festa de arrepiar e uma grande vitória do futebol da nossa região. Furlan, ao meu lado na cabine da Rádio Terra e Equipe Furacão, foi às lágrimas. Mais de 13 mil pessoas compareceram neste jogo diante do Bragantino. Nós da Furacão estamos transmitindo todos os jogos do Barueri pela Rádio Terra AM 1330 KHz, pelo Campeonato Brasileiro da Série B.