sexta-feira, 23 de setembro de 2011

QUEM me conhece sabe que uma predileção que não abro mão é viajar. Faz parte da minha personalidade. É desta maneira que consigo aumentar meu cabedal de conhecimentos. Não importa muito para onde vou... Na verdade quero ir e conhecer gente, coisas e até mesmo algumas peculiaridades.

NESTA sexta-feira, estarei viajando com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, para a cidade de Arapiraca, onde iremos transmitir amanhã, a partir das 16 horas, o jogo entre ASA x Grêmio Barueri, valendo pelo Campeonato Série B. É bom dizer que não conheço esta cidade.

TRATA-SE da segunda maior cidade do Estado de Alagoas, cujo crescimento deu-se em função da plantação do fumo, aliás conhecida como sendo “A CAPITAL DO FUMO”. Entretanto, com as fortes campanhas contra o tabagismo e os malefícios que provoca, ocorreu uma enorme diminuição no consumo, daí a cidade ter freado o seu progresso.

TODAS as vezes que viajo para o norte do Brasil, recordo do meu velho amigo e ex-funcionário público da prefeitura de Osasco, Olímpio Guarany. Ele nasceu em meio a Amazônia, mais especificamente na cidade de Santarém, no Estado do Pará.

MUITO inteligente, fez Faculdade de Economia e veio para São Paulo concluir o Mestrado e Magistério e posteriormente, deu aulas em várias faculdades de São Paulo. Corria o ano de 1984, quando o então prefeito de Osasco, Prof. Humberto Parro o trouxe para ser Diretor da Secretaria da Fazenda.

SEMPRE comunicativo e desde muito jovem, já tivera várias experiências na rádio de Santarém, especialmente em Belém, onde sua família manteve a base familiar. Sua paixão era de ser narrador esportivo e quando chegou a Osasco, tomou conhecimento que por aqui havia uma Equipe Furacão, que mantinha uma boa escola no rádio esportivo.

OLÍMPIO foi a procura dos responsáveis, e na época eu o atendi. Disse que gostaria de ser narrador esportivo e explicou toda sua experiência, principalmente acumulada na Rádio Liberal de Belém. Percebi de início, que sua cultura estava acima da média e fiz uma tentativa em escalá-lo para uma transmissão.

A partir de então, durante anos fez parte de nossa equipe. A sua prova de fogo veio em 1986, quando realizamos a cobertura de nossa primeira transmissão da Copa do Mundo, direto do México. Ele viajou ao lado do outro narrador Tarciso Manso e foi um grande sucesso.

SUA dedicação era tanta, que em 1985 tivemos que realizar uma transmissão da Seleção Brasileira pelas eliminatórias diante do Paraguai, que ocorreu na cidade de Assunção, e alguns dias antes da viagem, ele caiu da sua moto e teve que receber mais de 30 pontos no antebraço.      

NÃO havia quem o demovesse de não viajar tantos quilômetros de carro, de Osasco até Assunção. Foi assim mesmo, e para transmitir tivemos que adaptar uma base de madeira para amparar o microfone. Tudo saiu bem na ocasião e ficou comprovada sua vocação impressionante para a comunicação.

COM a saída do Prof. Humberto Parro da prefeitura, Olímpio retornou para sua origem, a Amazônia, onde seu coração pulsa mais forte. Volta para Belém do Pará e continua sua carreira de Professor Universitário e narrador esportivo. Até que surge uma oportunidade para trabalhar na cidade de Macapá.

COMO sua capacidade de comunicador é por muito reconhecida, recebe um convite de políticos da capital do Amapá – cravada às margens do rio Amazonas – onde você somente alcança através de avião ou barco. Um dos mais inteligentes políticos brasileiros, José Sarney o contrata para comandar toda área de comunicação do Senador.

NÃO demora muito para o talento de Olímpio Guarany fluir naquelas terras carentes. Começa fazer um programa de auditório, cujo tempo reafirma o seu sucesso, a ponto de atualmente ter o programa de maior audiência da Amazônia, intitulado “OLÍMPIO GUARANY SHOW”, pela Band TV Macapá, canal 4. O seu sucesso pode ser medido pelo slogan dado pela população: “REPÓRTER DA AMAZÔNIA”.

NÃO faz muito tempo, fui transmitir um jogo do Grêmio Barueri em Belém do Pará, e convidei Olímpio Guarany para fazer a narração. Ele impôs uma condição: “...faço a narração e você passa dois dias comigo em Macapá...”. Tudo bem, tão logo terminamos a transmissão fomos de avião de Belém a Macapá, uns 25 minutos de voo.

EM Macapá pude constatar de perto seu sucesso. Por onde passávamos seu autógrafo era disputado pra valer. Fui conhecer sua ilha particular no rio Araguari, que se localiza a 160 quilômetros de Macapá, onde ocorre a famosa Pororoca, e confesso que fiquei encantado, pois até búfalos selvagens andam por lá. Portanto, este osasquense adotado, atualmente é o grande repórter da Amazônia. Parabéns Olímpio Guarany! O seu talento é a grande base de seu trabalho. Osasco e a nossa região, o aplaudem de pé...

AMANHÃ, como já mencionei, estarei em Arapiraca – Alagoas, a partir das 16h, na transmissão de ASA x Grêmio Barueri, pela Rádio Terra AM 1330 KHz, ao lado de Adriano Zini e Toni Marchetti. Até lá e um abraço...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

OUTRO dia um amigo que trabalha na área de segurança, veio falar comigo e com muito respeito e educação, comentou que o seu maior sonho é ser comentarista esportivo numa emissora de rádio. Disse até que na sua escola noturna os alunos estão realizando exercícios para se aprimorarem.

DISSE também entre outras coisas, que nutre por mim uma grande admiração como comentarista e que gostaria de fazer uma entrevista para levar na sua escola. Marcamos o dia e a hora, e lá fui para o questionamento de um sonho, a razão maior de uma vida.

DE posse de um gravador, a primeira pergunta do futuro comentarista, foi de querer saber se sempre tive o dom da oratória e de raciocínio rápido? Na verdade sempre fui falante, mas sempre separei a fala enfadonha e cansativa. Com o tempo tem de ir se lapidando, buscando uma forma de reduzir o que está falando, de ser mais prático, mais objetivo, e de criar figuras.

NUNCA esquecer que você está sendo ouvido por dois tipos de torcedores: o vencedor e o vencido, quem entende, quem não entende, tem que ser didático. É muito importante, que conheça a fundo o esporte sobre o qual está falando, senão perde a atenção do ouvinte. Tem de ir além do óbvio. Transmitir o que está acontecendo do lado tático, destacar o lado técnico de jogadores que não estão bem.

SUGERIR o que pode ser alterado, antecipando os desdobramentos: se o time fizer isso, vai ocorrer isso; se não fizer, vai ocorrer aquilo. Sempre ter um papel ao seu lado, isso é fundamental. O jogo de futebol, por exemplo, tem noventa minutos. Você precisa saber quais são as melhores jogadas e descrevê-las.

NÃO se pode estar só como observador. Você vai falar “o time X teve maior domínio de jogo, porque aos 4, aos 9, e aos 16 minutos teve oportunidade com a jogada tal. Agora, a equipe não a transformou em gol por ineficiência de finalização ou falta de sorte por alguns momentos, bateu na trave, que, ora, está lá pra isso, ou isso influenciou o árbitro, que não marcou o pênalti...

NA verdade você vai construindo uma radiografia, analisando e tomando a sua posição. O primeiro comentário, minutos antes da partida é o mais chato, porque você precisa conjecturar sobre o que pode acontecer no jogo, baseado em metonímias, daí vem aqueles chavões como “clássico é clássico” ou “você pode cair do cavalo”.

MEU interlocutor indagou, qual ou quais comentaristas me inspiraram. Sem dúvida foi Mário Morais, João Saldanha e na atual época Henrique Guilherme. No caso de narradores, Pedro Luis, Silva Netto e no momento Adriano Zini da Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz.

OUTRA pergunta diz respeito de qual é o segredo de fazer o comentário no tempo certo, sem esticar e informar bem. Tudo é uma questão de prática. Quando começo a falar aciono meu cronômetro e sei por antecipação qual é o meu real tempo e a partir daí usar resposta certa e sem alongar.

PERGUNTOU como são programadas as intervenções do comentarista, se são estipuladas ou a qualquer momento. No nosso caso, na Equipe Furacão, a regra é de participar a qualquer momento. É claro que no intervalo, tenho 10 minutos sem parar, onde posso coordenar todo meu raciocínio.

AO longo de quase 40 anos como comentarista esportivo, meu interlocutor quis saber, qual minha transmissão mais emocionante pelo rádio. Sem dúvida, as sete copas do mundo que trabalhei, marcaram muito pela emoção. Mas, a maior de todas ficou por conta de um jogo da Seleção Brasileira de Futebol, em um estádio de Israel, na Terra Santa.

APENAS seis emissoras de todo o Brasil, conseguiram viabilizar esta transmissão de um velho estádio de Tel-Aviv, e a Equipe Furacão foi uma delas. Depois do jogo, todos nós fomos agradecer a jornada em Belém, no local onde supostamente nasceu Jesus. Todos nós choramos de muita emoção. Devo esta visita ao rádio.

FINALMENTE devo dizer a este amigo que deseja ser comentarista esportivo e claro, a todos que tiverem esta vocação, que persigam pra valer o objetivo, não é fácil, o alcance sempre será obtido com dedicação e principalmente se o amigo sentir no seu interior a vocação, do resto, é um trabalho maravilhoso, onde dedico quase toda minha vida. Valeu... Faria tudo de novo!

FALANDO em rádio, hoje a noite a partir das 20h, estarei com a Equipe Furacão da Rádio Terra AM 1330 KHz, direto da Arena Barueri, na transmissão do jogo Barueri x Ponte Preta, com a narração de Adriano Zini, reportagens de Toni Marchetti e comentários deste amigo. Até lá e um grande abraço...  

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

NA semana passada por volta das 19h, fui fazer compras no Sam’s Club do Tamboré, já era noitinha e este estabelecimento fecha por volta das 21h. Todos sabem da grandiosidade do Sam’s Club, foi fundado na cidade de Bentonville em 1983 por Sam Walton.

ESTA cidade americana fica no estado de Arkansas, não muito distante da cidade de Memphis, que se tornou famosa pelo nascimento de Elvis Presley. Esta empresa está no Brasil desde 1995, cuja primeira cidade a ser instalada foi São Caetano do Sul. No Brasil, no momento existem mais de 1 milhão de sócios.

ESTA enorme empresa serve basicamente aos atacadistas, ou seja, faz da quantidade a base do menor preço. São lojas gigantescas com milhares de metros de prateleiras e gôndolas enormes. Ao chegar à loja, tive dificuldades em encontrar um produto que minha esposa havia solicitado e, não tive dúvidas fui procurar ajuda de um jovem funcionário, o qual reside em Jandira e respondia pelo nome de Miro.

ANDA pra cá, anda pra lá, e chegamos ao corredor onde encontrei o que procurava. Quando estou apanhando a embalagem, levei o maior susto, um gato preto e branco, passou correndo entre as gôndolas enormes da loja. Perguntei ao Miro o que fazia por ali um gato assustado e rápido no deslocamento.

COM toda calma do mundo, Miro foi contando a história do gato, chamado por eles da loja, de Mulato. Falou que os chefes há meses querem caçar o Mulato e ninguém consegue. Colocar veneno nem pensar, imagine um local de estoque de alimentos com veneno por perto.

COMO sou um apaixonado por gatos, cada vez mais passei a interessar-me pela história no mínimo inusitada. Comecei a pensar no pobre Mulato e de sua sobrevivência no interior daquela enorme loja. Até mesmo, comecei a ficar preocupado sobre a possibilidade de matarem o Mulato num pequeno descuido do seu enorme esconderijo.

DISSE mesmo ao Miro, que não matassem o pobre gato e que até mesmo, poderia ficar com a responsabilidade de cuidar dele na minha casa com todo carinho. Quem já tem um gato chamado Ringo, ora fica com dois. Toda noite quando assisto meus programas prediletos de TV e, o Ringo vem se deitar no meu colo, fico pensando no pobre Mulato do Sam’s Club.  

CERTAMENTE quando o senhor Sam Walton fundou sua empresa em 1983, poderia imaginar tudo, até mesmo alastrar sua rede no mundo todo, mas não poderia nunca imaginar que teria um “sócio” no Brasil chamado Mulato, que toda noite iria fazer uma grande “festa”, numa de suas lojas e o pior sem  “carteirinha” e sem pagar anuidade.

DEPOIS que passamos dos 70 anos, ficamos muito mais sensíveis, especialmente quando o assunto é o tratamento com animais. Confesso que faz bastante tempo que não tiro o gato Mulato do meu pensamento. Quando lembro que a qualquer momento poderá ser “preso” ou maltratado, fico triste e muito apreensivo. Boa sorte meu amigo Mulato e boas ceias no Sam’s Club.  

 GOSTEI da decoração das cidades de Osasco e Barueri, com relação ao desfile cívico e militar de 7 de setembro. Sem dúvida, é uma das festas mais tradicionais que temos no Brasil e reforça o nosso espírito de civismo e amor à pátria, também a população participa com alegria desta festa da independência. Valeu!

O prefeito Rubens Furlan, acaba de realizar uma pesquisa na região sobre sua popularidade, e a aprovação de seu trabalho em Barueri. E ficou muito satisfeito com os índices obtidos. Em Barueri os números passam de 90% de aprovação. Puxa!

VEM ai a grande edição do Correio Paulista número 1000. É uma marca de tirar o fôlego ao longo de vinte anos. Não deixe de guardar seu exemplar, pois será histórico e muito importante. Valeu Correio Paulista!!!

NESTE sábado, a partir das 15h30, estarei com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, transmitindo direto da Arena Barueri, o jogo valendo pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Série B, Grêmio Barueri x Sport do Recife, com a narração de Adriano Zini, reportagens de Toni Marchetti e comentários deste amigo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


CERTAMENTE para quem viaja, especialmente para o exterior, diante dos preços abusivos de tudo que você necessita, a economia é primordial em cada detalhe em que nos deparamos. Por exemplo, o hotel nem sempre tem que ser o melhor, afinal lá fora usamos o hotel para dormir, um banho e como ponto de referência.

ASSIM um hotel de 3 estrelas é sempre bem-vindo. Há casos como o que aconteceu comigo nesta última Copa do Mundo na África do Sul, em que a nossa equipe entre São Paulo, Bahia e Paraná, era composta por oito profissionais. Como o tempo de permanência era de aproximadamente 45 dias, optamos em alugar uma casa num condomínio em Joanesburgo totalmente mobiliada.

NESTE caso há vantagens e claro, desvantagens. No aspecto de custo creio ser bem mais vantajoso. Lembro que pagamos o aluguel total em torno de 10 mil dólares, em média por pessoa, algo em torno de 28 dólares por dia. Neste caso, tudo tem que ser pago adiantado. Até o telefone da residência deixamos uma importância antecipada em caução, até a chegada da conta final.

COMO o nosso residencial era um pouco afastado da cidade, alugamos uma Van e como a mão de direção na África do Sul é inglesa (tudo ao contrário), tivemos que contratar um motorista e também uma empregada doméstica. Ambos nos custaram um total de 2.500 dólares, algo em torno de 70 dólares por dia.

OS dois empregados contratados não falavam o nosso idioma, apenas o dialeto Zulu e tivemos que usar bastante a criatividade para nos comunicarmos. Uma das desvantagens sem dúvida era o fato da alimentação, especialmente quando retornávamos à residência por volta das 2 horas da manhã e cada um teria que fazer sua refeição.

CADA semana um de nós era escolhido para fazer o supermercado, especialmente produtos para o café da manhã e lanches diversos. Cada compra, o valor gasto era dividido por oito jornalistas. É claro, que a casa tinha várias dependências e assim realizamos um sorteio para saber quem usaria as melhores acomodações.

OS custos da Van alugada como gasolina e troca de óleo eram sempre rateados. De uma maneira geral, conseguimos desta forma baratear bastante nossos custos no período da Copa do Mundo, especialmente neste período onde tudo é bem mais caro. Creio que gastamos a metade daquilo que teríamos gasto se fossemos ficar num hotel de 3 ou 4 estrelas.

MAS sempre quando viajamos para o exterior, a grande preocupação, é a de não gastarmos com futilidades. Recordo que quando chegamos a Tel-Aviv,  em Israel, ao lado de Toni Marchetti, ficamos num bom hotel nas margens do Mar Mediterrâneo e com muita fome, fomos no bar restaurante do próprio hotel.

SENTAMOS num balcão, enquanto aguardávamos uma mesa e pedimos um aperitivo. Não demorou o garçom serviu a bebida e também um enorme prato com azeitonas verdes da terra, que diga-se de passagem, por lá produzem as melhores azeitonas do mundo. Eram tão grandes que pareciam os nossos limões.

O meu pensamento e o do Marchetti foram literalmente iguais. Não tocar naquelas maravilhosas azeitonas, pois certamente na hora da conta os nossos estômagos iriam doer muito. Assim, ficamos o tempo todo namorando as azeitonas. Depois de algum tempo um jornalista baiano, confessou que havia comido as melhores azeitonas e o preço foi apenas uma cortesia do hotel. Ah! Que raiva, depois ao longo dos três dias que por lá ficamos, comia azeitonas e mais azeitonas israelenses!!!

EM Israel para quem gosta de salada verde é um paraíso. Na Coréia do Sul em 2002, durante a cobertura da Copa do Mundo, foi para nós o maior castigo na hora da alimentação. Ninguém entendia ninguém. O pior: você observava a comida, mas não sabia exatamente o que era.

NÃO adiantava perguntar: era o caso de comer ou não? Por lá tudo ou quase tudo, é feito tendo como base uma farinha feita com um peixe típico da região e com ela colocada em diversos vasilhames, mistura-se um monte de “coisas”, cujos cheiros não eram nada convidativos. Ufa! Era complicado, não quero nem lembrar!

COM toda esta vivência, aprendi uma lição no exterior: comer apenas o que você conhece, pois caso contrário acontece uma dor de barriga que não é nada agradável. Assim, há dois tipos de comida que sempre me atraem. Uma é o arroz e outra o nosso velho conhecido frango. Certamente matam a fome e você não corre o risco de “acidentes” estomacais...

PARA terminar este tema da alimentação no exterior, fica bem claro que após alguns dias por lá, e na hora do regresso, o nosso maior sonho é o de encontrar na nossa mesa um almoço com arroz, feijão, batata frita, um bom bife acebolado e aquela couve refogada com alho, e salve o Brasil e a nossa culinária!!!

UM dos detalhes que chamam a minha atenção, quando estou no gabinete do prefeito de Barueri Rubens Furlan, é a sua mesa de trabalho. Nunca tem um papel e nem sequer uma caneta. Fica sempre literalmente limpa. Quando necessita anotar algo, na sua gaveta à esquerda apanha um lápis e um bloco de papel e pronto! Nada mais...

LOGO mais a noite, nesta sexta-feira, estarei com a Equipe Furacão de Esportes da Rádio Terra AM 1330 KHz, na cidade de Bragança Paulista, transmitindo pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Série B, o jogo  Bragantino x Barueri, a partir das 20 horas, com a transmissão de Adriano Zini, reportagens de Toni Marchetti e comentários deste amigo. Até lá e um grande abraço!