quinta-feira, 2 de junho de 2011

QUANDO fui para os Estados Unidos pela primeira vez, não lembro bem o ano, mas certamente faz mais de 30 anos, algumas novidades chamaram bastante a minha atenção. Uma delas, foi de ver carrinhos de supermercados todos largados nos pátios de estacionamento e nas ruas.

NESTA época no Brasil, o sistema de supermercados ainda era muito incipiente e estava na sua fase de adaptação. Em Osasco existia um defronte aos salões da A.A. Floresta, na Rua Primitiva Vianco. Ao ver os carrinhos largados, logo pensei o que seria esta situação no Brasil? Será que existiria algum para contar a sua existência...

EM três décadas tudo mudou. As tradicionais vendas e empórios, onde as famosas cadernetas para o pagamento no final do mês faziam a festa, já não existem mais, as vi recentemente no nordeste do Brasil, especialmente no Ceará, portanto a racionalização e agilidade chegou com força total.

NA primeira oportunidade que estive nos Estados Unidos há trinta anos, outro detalhe que deixou-me curioso foram as lojas e casas de aluguel e vendas de roupas usadas, ou seja, aquilo que nós chamamos de “brechó”. Curiosamente até hoje este tipo de comércio não decolou, ainda que existam alguns deles.

POR QUE será que este tipo de negócio não aconteceu? Outro dia, um empresário meu amigo, disse que no Brasil há um enorme preconceito entre as pessoas em não usarem roupas dos outros. Sei lá se acontece asco ou algum tipo de rejeição, mas o brasileiro é avesso a este tipo de comportamento.

DE minha parte até entendo tudo isso, mas qual destas pessoas no Brasil já não dormiu num hotel, onde os lençóis e fronhas foram usados por tantas pessoas estranhas. Alguns deles chegam a ter uma cor amarelada de tanto uso e ninguém, nestes casos, reclama, é o caso também das roupas hospitalares.


ATÉ mesmo as toalhas de banho nos hotéis chegam a ficar até endurecidas de tanto uso e assim mesmo, todos nós as usamos sem reclamar. Já ouvi uma expressão várias vezes, que tudo que é “lavado fica novo”. Mas que nestes casos há um grande paradoxo de comportamento, sem dúvida há mesmo.

AFINAL no caso de uma festa importante, porque gastar tanto para uma roupa nova, se ao seu alcance existe nos “brechós” uma talhada e bem passada e claro, superlimpa à sua disposição e por um preço superacessível. Ultimamente tenho visto, especialmente no centro de Osasco e Barueri, lojas que oferecem estes tipos de locação de roupas com inusitado sucesso, ainda bem...

E para finalizar, se você meu caro amigo, ainda continuar com o preconceito de não usar este tipo de serviço, lembre-se do hotel que você ficou um dia  e daquele banho enxugado numa toalha endurecida e amarelada pelo tempo e pense com firmeza, que tudo que se “lava está novo” e ponto final, boas economias a todos que necessitem ir a grandes festas. Combinado? legal...e sucesso!

NA cidade de Barueri há números que impressionam, especialmente na área da saúde. Por exemplo, o Hospital Municipal de Barueri, considerado como um dos mais modernos estabelecimentos do gênero, completou três anos neste último dia 29. E neste terceiro ano de funcionamento os números são impressionantes.

SEGUNDO o que o prefeito Rubens Furlan disse nesta última sexta-feira, já realizou cerca de 16 mil cirurgias, mais de 15.000 internações, 200 mil atendimentos ambulatoriais, inclusive com exames. Mas de 13 mil atendimentos de urgência e emergência. Mais de 10 mil exames de tomografia computadorizada e 12 mil procedimentos de hemodiálise.

OS números falam por si mesmo, o Banco de Sangue coletou mais de 4,6 mil bolsas, desde a sua inauguração em agosto de 2010. Inaugurado em 29 de maio de 2008, com total construção por recursos próprios da prefeitura, o prédio conta com 304 leitos divididos em 241 de enfermaria, 41 de UTI e 22 leitos berçário de alto risco.

LEMBRO muito bem que, quando este hospital estava em fase de conclusão, o secretário de Saúde de Barueri foi despachar com o prefeito Rubens Furlan sobre os tipos de leitos na UTI e disse que tinha três orçamentos para o prefeito decidir. Furlan dobrou todos os orçamentos e disse ao seu leal servidor o seguinte:

“Meu caro secretário, quero os mesmos leitos que existem no Hospital Albert Einstein, levante seus tipos e modelos...”. O assustado secretario de Saúde indagou ao prefeito Furlam se ele sabia do valor destes leitos importados dos Estadps Unidos? Furlan simplesmente retrucou: “...custe o que custar é este que quero para a minha gente de Barueri...”

E assim foi feito, Furlan não abre mão dos padrões de qualidade, especialmente quando o assunto é de saúde pública. Visitar o Hospital de Barueri é sem dúvida visitar uma casa de saúde de primeiro mundo. Foi-se o tempo em que, quando havia algum paciente supergrave, tínhamos que mandá-lo para São Paulo, agora é encaminhado para o moderno Hospital de Barueri.

FOI linda a festa na Arena Barueri no último dia 27 de maio, quando do retorno do Grêmio Barueri. Foi uma festa de arrepiar e uma grande vitória do futebol da nossa região. Furlan, ao meu lado na cabine da Rádio Terra e Equipe Furacão, foi às lágrimas. Mais de 13 mil pessoas compareceram neste jogo diante do Bragantino. Nós da Furacão estamos transmitindo todos os jogos do Barueri pela Rádio Terra AM 1330 KHz, pelo Campeonato Brasileiro da Série B.

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