SEM dúvida, uma das coisas que o jornalismo me proporciona e faz com que tenha uma grande dose de satisfação é a de receber cartas dos meus amigos leitores, são instrumentos aferidores da ligação entre o jornalista e os leitores. Hoje apreciaria muito em registrar e responder duas cartas que chegaram até a redação.
UMA delas trás a assinatura de um velho e querido amigo. Uma das figuras que a educação e o ensino, devem muito ao descortino e visão do Dr. José Cássio Soares Hungria. Por força de seu trabalho, não temos tido uma convivência mais próxima, mas à distância, tenho sempre acompanhado o crescimento de seu modular estabelecimento de ensino, orgulho de Osasco e região.
MAS repito, foi com enorme alegria que recebi uma cartinha assinada pelo Dr. Hungria, com os seguintes dizeres: “Meu Caro Baltazar. Li, como faço de longa data, sua apreciada “Check-Up”! são viagens, histórias de Osasco, curiosidades, reminiscência, tudo muito gostoso de ler e saborear. Sinto-me, como já disse o Guaçu, “um osasquense que nasceu em Itapetininga”. Valeu. Na sua última crônica, você recorda o Jazz Band Galo Preto, cujo nome me soa conhecido. Não sei de onde. Vai aí, se é que você já não tem o livro de Lucas Pavão, pai de nosso amigo comum, Amaury, que é de uma leitura deliciosa. Tem uma caçada de paca no Tietê que dá água na boca... Voltando às suas festejadas crônicas: vamos pensar em editar uma coletânea delas? Já tenho até uma sugestão para o título: “As melhores do Baltazar em 32 anos delas”. Algo assim. Que tal? É muito sonho meu? Um abraço do Hungria”.
EM primeiro lugar desejo agradecer aos adjetivos elogiosos a nossa modesta coluna que envereda pelos caminhos de quase 33 anos sem interrupção. São pessoas como o Dr. Hungria que muitas vezes endereçamos algumas experiências vividas em Osasco e região e claro também a minha vida “cigana” nestes 40 anos pelo mundo no atrevimento de cobrir eventos esportivos de grande envergadura, como por exemplo, a de 7 Copas do Mundo.
RECEBI com aguçado “apetite” o livro “memórias: algumas histórias de Lucas Pavão na Vila Osasco”, de nosso amigo comum Amaury Pavão e os fatos ali registrados são parte de uma história arrebatante e envolvente de uma Osasco, nos seus alegres primórdios. Como diz e concordo “a caçada de paca”, no Rio Tietê, faz o Amaury uma deliciosa volta ao passado. Que bom...
CARO Dr. Hungria, com relação a sugestão de editarmos uma coletânea de nosso Check-Up, que seja bem vinda. Até o título sugerido é muito legal. Apenas como adendo todo este material está editado em três jornais osasquenses e ao longo destes 32 anos, são milhares de páginas. É apenas o caso de separarmos o joio do trigo. Que bom que o amigo tenha este sonho, e muito breve poderemos realizá-lo. Um grande abraço deste amigo que o admira e que um dia possamos ao lado do amigo Amaury, degustarmos uma fantasiosa carne de paca...
OUTRA carta que desejo agradecer, vem do amigo Paulo Eduardo, que intitula “As Jacas do Baltazar”: “Quando eu trabalhava em Osasco, precisamente na Itapemirim na Praça. Antonio Menck, tinha um rapaz que trabalhava neste jornal e ao mesmo tempo distribuía o jornal. Rapaz simples, comunicativo e lembro até que em certa época ele tinha um programa numa rádio comunitária. Era um prazer quando ele gentilmente nos trazia o jornal. Mas lembro de uma reportagem que marcou muito, que foi AS JACAS DO BALTAZAR. Eu sempre fui voltado para a natureza e depois desta reportagem passei a tratar quase todas sementes de frutas e legumes com mais “consideração”. Sempre que separo as sementes eu procuro quando possível, jogá-las em alguma mata ou terreno na esperança de germinarem. Dê uma abraço no rapaz que entregava o jornal (se ele ainda estiver por aí) e no Baltazar. Diga ao Baltazar que a reportagem que ele “plantou” deu semente de idéias. Felicidades”.
MEU caro Paulo, que bom que a história das sementes das rodovias da Suécia, que escrevi há algum tempo, mudaram sua opinião. Na época, citei como exemplo de sementes famosas, jaqueiras do córrego Bussocaba, bem no centro de Osasco, que servem ainda como testemunho que todo espaço pode ser usado. Escreva sempre e grato pelas palavras elogiosas.
DURANTE um café que tomei com o prefeito Rubens Furlan, nesta última semana em seu gabinete, ele confidenciou que nutre pelo seu secretariado uma enorme gratidão e disse que sem pessoas como elas, jamais teria atingido este fantástico estágio de popularidade em Barueri. Parabéns a todo secretariado desta importante cidade, cujo reconhecimento é evidente, feito pelo prefeito Furlan.
HOJE estarei a partir das 20h30 na Arena Barueri com Equipe Furacão da Rádio Terra AM 1330 KHz na transmissão do jogo: Grêmio Barueri x ASA de Arapiraca, pelo Campeonato Brasileiro Série B, com comando de Adriano Zini e toda nossa equipe. Até lá nos 1330 KHz...
Nenhum comentário:
Postar um comentário